sexta-feira, 6 de maio de 2016
Hoje 06/05, o NASF esteve na Escola Municipal Ernesto Nazareth em conversa com os responsáveis dos alunos. Os temas abordados foram: Resultado da avaliação nutricional realizada nos alunos e o reflexo na saúde da criança e do adolescente; Merenda escolar x lancheira : relação custo benefício; Lancheira saudável. Trabalhando com amor e visando sempre a saúde de nossas crianças.
Nesta sexta 06/05 foi realizado o Grupo de Diabéticos no Cms Manoel de Abreu com foco na prevenção da amputação. Os pacientes receberam orientações sobre a doença e suas complicações, orientações nutricionais, de saúde bucal e autocuidado com os pés.
#SaúdeBucal #NASF #ESF #CuidadoIntegral
#OrgulhoSUS
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#OrgulhoSUS
quinta-feira, 5 de maio de 2016
A campanha de vacinação contra a Gripe continua a todo vapor, não se esquece de ir até o Posto de Saúde, Clínica da Família mais próxima com seu cartão ou comprovante de vacinação.
Público Alvo:
Idosos
Crianças (de seis meses a menores de 5 anos)
Trabalhadores de saúde
Gestantes Puérperas (até 45 depois do parto)
Pacientes renais crônicos.
Povos indígenas
População privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas
Funcionários do sistema prisional
Público Alvo:
Idosos
Crianças (de seis meses a menores de 5 anos)
Trabalhadores de saúde
Gestantes Puérperas (até 45 depois do parto)
Pacientes renais crônicos.
Povos indígenas
População privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas
Funcionários do sistema prisional
quinta-feira, 28 de abril de 2016
A chegada do inverno no Hemisfério Sul requer atenção redobrada para as doenças respiratórias, como a gripe. Por isso, o Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (27), a Campanha Nacional de Vacinação contra os Vírus da Influenza, sendo sábado (30) o dia D de mobilização nacional. O público-alvo da campanha, que segue até 20 de maio, é de 49,8 milhões de pessoas. A meta do Ministério da Saúde é vacinar, pelo menos, 80% desta população, considerada de risco para complicações por gripe.
São integrantes deste grupo, pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas - e os funcionários do sistema prisional. As pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas, também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação
A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.
“A influenza é sazonal e cíclica. Em um ano podemos ter mais casos da doença e em outro ano menos. Como não é possível prever esta sazonalidade da doença, é importante que todas as pessoas integrantes do público-alvo da campanha, se vacinem todos os anos”, explicou o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, nesta quarta-feira, durante o lançamento da campanha.
DISTRIBUIÇÃO DAS DOSES - Desde 1º de abril deste ano, o Ministério da Saúde está enviando aos estados doses da vacina contra a influenza de 2016. Até o momento, 22 estados optaram por antecipar a vacinação para alguns grupos do público-alvo. Vale ressaltar que, a partir do recebimento das vacinas, os gestores locais têm autonomia para definir estratégias de vacinação da população-alvo, observando a reserva adequada do produto para a campanha nacional.
Nas quatro primeiras remessas (1º a 22 de abril), os estados receberam 30,7 milhões de doses, o que corresponde a 57% do total a ser enviado para a campanha deste ano. Estão previstas mais duas remessas com o restante do quantitativo para as próximas semanas. O cronograma de distribuição aos estados é elaborado de acordo com a entrega da vacina pelo laboratório produtor, o Instituto Butantan. A entrega das vacinas aos municípios é de responsabilidade dos estados.
Ao todo, serão distribuídas 54 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela OMS para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Em todo o país, serão 65 mil postos de vacinação, com envolvimento de 240 mil profissionais de saúde. Também estarão disponíveis para a mobilização 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.
“Até o dia 6 de maio, 100% das doses da vacina serão entregues em todo o país. Não há necessidade de correria aos postos de saúde porque há vacina suficiente para todos do público prioritário. Foram adquiridos 54 milhões de doses para todo o país, enquanto temos de público-alvo 49,8 milhões de pessoas. Portanto é importante reforçar que não há necessidade de pânico porque a vacina não vai acabar”, afirmou o secretário.
As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.
As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.
A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza. “Temos milhões de pessoas vacinadas, não só no Brasil, mas no mundo. Esta é uma vacina de vírus inativado, então não é possível ser infectado por um vírus do imunobiológico. O que pode ocorrer é a pessoa, coincidentemente, ser acometida por outro dos milhares de vírus em circulação, inclusive de resfriados”, explicou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues.
PÚBLICO-ALVO DA CAMPANHA DE 2016
ESTIMATIVA
| |
Idosos
|
20,8 milhões
|
Crianças (de seis meses a menores de 5 anos)
|
12,8 milhões
|
Trabalhadores de saúde
|
4,1 milhões
|
Gestantes
|
2,2 milhões
|
Puérperas (até 45 depois do parto)
|
366 mil
|
Povos indígenas
|
620 mil
|
População privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas
|
630 mil
|
Funcionários do sistema prisional
|
96,9 mil
|
FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Inicialmente na 1° semana de vacinação, do dia 25/04 ao dia 29/04 na rede pública, a vacinação contra a GRIPE é destinada a grupos prioritários, que são estes: crianças de 6 meses à 5 anos incompletos, gestantes (em qualquer período de gestação), e pacientes renais crônicos.
A partir do dia 30/04 começa a vacinação a outros grupos, que são: maiores de 60 anos, mulheres até 45 dias após o parto, profissionais de saúde, outros doentes crônicos, presos e funcionários do sistema prisional.
Para se vacinar procure uma Clínica da Família ou Centro Municipal de Saúde, e não esqueça de levar sua caderneta ou comprovante de vacinação.
A partir do dia 30/04 começa a vacinação a outros grupos, que são: maiores de 60 anos, mulheres até 45 dias após o parto, profissionais de saúde, outros doentes crônicos, presos e funcionários do sistema prisional.
Para se vacinar procure uma Clínica da Família ou Centro Municipal de Saúde, e não esqueça de levar sua caderneta ou comprovante de vacinação.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Dia Mundial da Conscientização do Autismo Emoticon heart
O autismo é uma síndrome complexa e muito mais comum do que se pensa.
O autismo é uma síndrome complexa e muito mais comum do que se pensa.
“Diferente é o mundo que queremos”
Saude Bucal Manoel de Abreu realizando atividade com alunos Escola Municipal Ernesto Nazareth.
#orgulhoSUS
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quinta-feira, 14 de abril de 2016
Cientistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças Transmissíveis (CDC) revisaram as evidências, que reforçam as conclusões dos pesquisadores brasileiros
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças Transmissíveis (CDC) dos Estados Unidos anunciou, nesta quarta-feira (13), a confirmação da relação entre o Zika e a ocorrência de microcefalia em bebês cujas mães foram infectadas pelo vírus. O estudo realizou uma revisão rigorosa das evidências já existentes e concluiu que o Zika é a causa da microcefalia e outros danos cerebrais identificados em fetos.
Para embasar o estudo norte-americano, foram analisadas pesquisas da comunidade médica e científica de diversos países, entre eles o Brasil, que é pioneiro no estudo do vírus Zika associado à microcefalia. O CDC é parceiro do Brasil nas investigações, como parte do esforço mundial para as descobertas relacionadas ao tema.
De acordo com o diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, o anúncio é importante para validar cientificamente as descobertas feitas no Brasil. “O artigo faz uma análise importante e organiza as informações já existentes, muitas delas geradas por estudos brasileiros, o que corrobora a validade dessa afirmação”, avalia Maierovitch.
A relação entre o Zika e a microcefalia já havia sido reconhecida e anunciada pelo governo brasileiro em novembro de 2015, quando o vírus foi identificado em amostras de sangue e tecidos de um bebê com microcefalia e também no líquido amniótico de duas gestantes. Desde então, diversas outras evidências foram encontradas, como vermelhidão na pele durante o primeiro trimestre da gravidez – que é um dos sintomas da Zika - em grande parte das mulheres que tiveram bebês com microcefalia nos estados da Bahia, Paraíba e Pernambuco.
Para o diretor do CDC, Tom Frieden, a revisão das evidências deixa claro o vínculo entre o vírus e a ocorrência de malformações. “Este estudo marca uma virada na epidemia de Zika. Agora está claro que o vírus causa microcefalia”, esclareceu o diretor no material publicado pela instituição.
O estudo afirma ainda, assim como já havia sido explicado pelo Ministério da Saúde, que apesar de a relação estar confirmada, não significa que toda mulher que for infectada pelo vírus durante a gravidez dará à luz um bebê com microcefalia. “Foi notado durante a epidemia de Zika que algumas mulheres infectadas tiveram bebês saudáveis”, conclui o CDC.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia declarado, publicamente, que eram fortes as evidências da associação entre o Zika e a microcefalia. Segundo a diretora da OMS, Margaret Chan, “desde a primeira reunião do comitê de emergência sobre o Zika, em 1º de fevereiro, novas pesquisas clínicas e epidemiológicas reforçaram substancialmente a associação entre o Zika e a ocorrência de malformações fetais e doenças neurológicas”.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças Transmissíveis (CDC) dos Estados Unidos anunciou, nesta quarta-feira (13), a confirmação da relação entre o Zika e a ocorrência de microcefalia em bebês cujas mães foram infectadas pelo vírus. O estudo realizou uma revisão rigorosa das evidências já existentes e concluiu que o Zika é a causa da microcefalia e outros danos cerebrais identificados em fetos.
Para embasar o estudo norte-americano, foram analisadas pesquisas da comunidade médica e científica de diversos países, entre eles o Brasil, que é pioneiro no estudo do vírus Zika associado à microcefalia. O CDC é parceiro do Brasil nas investigações, como parte do esforço mundial para as descobertas relacionadas ao tema.
De acordo com o diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, o anúncio é importante para validar cientificamente as descobertas feitas no Brasil. “O artigo faz uma análise importante e organiza as informações já existentes, muitas delas geradas por estudos brasileiros, o que corrobora a validade dessa afirmação”, avalia Maierovitch.
A relação entre o Zika e a microcefalia já havia sido reconhecida e anunciada pelo governo brasileiro em novembro de 2015, quando o vírus foi identificado em amostras de sangue e tecidos de um bebê com microcefalia e também no líquido amniótico de duas gestantes. Desde então, diversas outras evidências foram encontradas, como vermelhidão na pele durante o primeiro trimestre da gravidez – que é um dos sintomas da Zika - em grande parte das mulheres que tiveram bebês com microcefalia nos estados da Bahia, Paraíba e Pernambuco.
Para o diretor do CDC, Tom Frieden, a revisão das evidências deixa claro o vínculo entre o vírus e a ocorrência de malformações. “Este estudo marca uma virada na epidemia de Zika. Agora está claro que o vírus causa microcefalia”, esclareceu o diretor no material publicado pela instituição.
O estudo afirma ainda, assim como já havia sido explicado pelo Ministério da Saúde, que apesar de a relação estar confirmada, não significa que toda mulher que for infectada pelo vírus durante a gravidez dará à luz um bebê com microcefalia. “Foi notado durante a epidemia de Zika que algumas mulheres infectadas tiveram bebês saudáveis”, conclui o CDC.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia declarado, publicamente, que eram fortes as evidências da associação entre o Zika e a microcefalia. Segundo a diretora da OMS, Margaret Chan, “desde a primeira reunião do comitê de emergência sobre o Zika, em 1º de fevereiro, novas pesquisas clínicas e epidemiológicas reforçaram substancialmente a associação entre o Zika e a ocorrência de malformações fetais e doenças neurológicas”.
Fonte: Ministério da Saúde




















































