sexta-feira, 20 de maio de 2016
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Balanço do Ministério da Saúde mostra que, até o momento, mais de 35,4 milhões de pessoas foram vacinadas. Paraná, São Paulo, Amapá, Espírito Santo e DF já atingiram a meta de 80%
Já foram vacinados em todo o país 35,4 milhões de brasileiros na campanha nacional contra a influenza. O número representa 71% do público-alvo, formado por 49,8 milhões de pessoas consideradas mais vulneráveis para complicações da gripe. A meta é vacinar, no mínimo, 80% desse público, até esta sexta-feira (20), quando encerra a campanha. Quatro estados e o Distrito Federal alcançaram suas metas de vacinação contra a gripe.
De acordo com o balanço, os estados do Paraná (85,2%), São Paulo (85%), Amapá (81,7%), Espírito Santo (81,2%) e o Distrito Federal (80,9%) já atingiram a meta de vacinação para este ano. Outros quatro estados alcançaram boa cobertura vacinal até o momento: Santa Catarina (79,1%), Rondônia (77,1%), Rio Grande do Sul (76,5%) e Goiás (74%). O desempenho foi possível porque o Ministério da Saúde iniciou o envio das vacinas no dia 1º de abril, o que possibilitou a antecipação da vacinação em vários estados. Cem por cento das doses já foram enviadas aos estados, que por sua vez têm a responsabilidade de encaminhá-las aos municípios.
“As pessoas integrantes do grupo prioritário têm até esta sexta-feira para comparecer aos postos de saúde e receberem a vacina. É importante reforçar a importância da vacinação às gestantes para garantir a sua proteção e a saúde e do seu bebê”, alerta o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi. O secretário lembrou que o grupo das gestantes é o que apresentou menor adesão à campanha até o momento, com menos de 60%. A vacina, disponibilizada pelo Ministério da Saúde, protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para este ano (A/H1N1, A/H3N2 e Influenza B).
De acordo com o balanço, os estados do Paraná (85,2%), São Paulo (85%), Amapá (81,7%), Espírito Santo (81,2%) e o Distrito Federal (80,9%) já atingiram a meta de vacinação para este ano. Outros quatro estados alcançaram boa cobertura vacinal até o momento: Santa Catarina (79,1%), Rondônia (77,1%), Rio Grande do Sul (76,5%) e Goiás (74%). O desempenho foi possível porque o Ministério da Saúde iniciou o envio das vacinas no dia 1º de abril, o que possibilitou a antecipação da vacinação em vários estados. Cem por cento das doses já foram enviadas aos estados, que por sua vez têm a responsabilidade de encaminhá-las aos municípios.
“Em todo o país, 22 estados da Federação puderam adiantar suas vacinações, o que permitiu a alta cobertura vacinal alcançada até este momento. A vacina é segura e evita complicações e até a morte pela doença”, explicou o secretário Nardi, reforçando que agora é a hora de se vacinar e se proteger no inverno. “Após a vacinação, o corpo leva duas a três semanas para gerar os anticorpos necessários para a proteção”, alertou o secretário.
Até o momento, a região Sul apresentou o melhor desempenho em relação à cobertura vacinal contra a influenza, com 80,1%, seguida pelas regiões Sudeste (76,2%); Centro-Oeste (67%); Norte (63,8%) e Nordeste (58,4%). Dentre os grupos prioritários para a vacinação, os trabalhadores de saúde apresentam, até o momento, a maior cobertura, com 3,5 milhões de doses aplicadas, o que representa 86,5% dos profissionais a serem vacinados. Em seguida estão as puérperas, com 291.203 vacinadas (79,4%); 15,2 milhões de idosos (72,9%); crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), com 8,5 milhões de vacinados (66,5%); 1,3 milhão de gestantes (56,6%).
Com 241,7 mil doses aplicadas, 38,8% dos indígenas já foram vacinados. Como a vacinação deste grupo é realizada em áreas remotas, a atualização dos dados segue outra dinâmica. Também foram aplicadas 6,4 milhões de doses nos grupos de pessoas com comorbidade; população privada de liberdade e trabalhadores do sistema prisional. Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis, o que inclui pessoas com deficiências específicas, também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação.
A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da OMS. Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.
Fonte: Ministério da Saúde
quarta-feira, 11 de maio de 2016
terça-feira, 10 de maio de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Hoje 06/05, o NASF esteve na Escola Municipal Ernesto Nazareth em conversa com os responsáveis dos alunos. Os temas abordados foram: Resultado da avaliação nutricional realizada nos alunos e o reflexo na saúde da criança e do adolescente; Merenda escolar x lancheira : relação custo benefício; Lancheira saudável. Trabalhando com amor e visando sempre a saúde de nossas crianças.
Nesta sexta 06/05 foi realizado o Grupo de Diabéticos no Cms Manoel de Abreu com foco na prevenção da amputação. Os pacientes receberam orientações sobre a doença e suas complicações, orientações nutricionais, de saúde bucal e autocuidado com os pés.
#SaúdeBucal #NASF #ESF #CuidadoIntegral
#OrgulhoSUS
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quinta-feira, 5 de maio de 2016
A campanha de vacinação contra a Gripe continua a todo vapor, não se esquece de ir até o Posto de Saúde, Clínica da Família mais próxima com seu cartão ou comprovante de vacinação.
Público Alvo:
Idosos
Crianças (de seis meses a menores de 5 anos)
Trabalhadores de saúde
Gestantes Puérperas (até 45 depois do parto)
Pacientes renais crônicos.
Povos indígenas
População privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas
Funcionários do sistema prisional
Público Alvo:
Idosos
Crianças (de seis meses a menores de 5 anos)
Trabalhadores de saúde
Gestantes Puérperas (até 45 depois do parto)
Pacientes renais crônicos.
Povos indígenas
População privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas
Funcionários do sistema prisional
quinta-feira, 28 de abril de 2016
A chegada do inverno no Hemisfério Sul requer atenção redobrada para as doenças respiratórias, como a gripe. Por isso, o Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (27), a Campanha Nacional de Vacinação contra os Vírus da Influenza, sendo sábado (30) o dia D de mobilização nacional. O público-alvo da campanha, que segue até 20 de maio, é de 49,8 milhões de pessoas. A meta do Ministério da Saúde é vacinar, pelo menos, 80% desta população, considerada de risco para complicações por gripe.
São integrantes deste grupo, pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas - e os funcionários do sistema prisional. As pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas, também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação
A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.
“A influenza é sazonal e cíclica. Em um ano podemos ter mais casos da doença e em outro ano menos. Como não é possível prever esta sazonalidade da doença, é importante que todas as pessoas integrantes do público-alvo da campanha, se vacinem todos os anos”, explicou o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, nesta quarta-feira, durante o lançamento da campanha.
DISTRIBUIÇÃO DAS DOSES - Desde 1º de abril deste ano, o Ministério da Saúde está enviando aos estados doses da vacina contra a influenza de 2016. Até o momento, 22 estados optaram por antecipar a vacinação para alguns grupos do público-alvo. Vale ressaltar que, a partir do recebimento das vacinas, os gestores locais têm autonomia para definir estratégias de vacinação da população-alvo, observando a reserva adequada do produto para a campanha nacional.
Nas quatro primeiras remessas (1º a 22 de abril), os estados receberam 30,7 milhões de doses, o que corresponde a 57% do total a ser enviado para a campanha deste ano. Estão previstas mais duas remessas com o restante do quantitativo para as próximas semanas. O cronograma de distribuição aos estados é elaborado de acordo com a entrega da vacina pelo laboratório produtor, o Instituto Butantan. A entrega das vacinas aos municípios é de responsabilidade dos estados.
Ao todo, serão distribuídas 54 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela OMS para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Em todo o país, serão 65 mil postos de vacinação, com envolvimento de 240 mil profissionais de saúde. Também estarão disponíveis para a mobilização 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.
“Até o dia 6 de maio, 100% das doses da vacina serão entregues em todo o país. Não há necessidade de correria aos postos de saúde porque há vacina suficiente para todos do público prioritário. Foram adquiridos 54 milhões de doses para todo o país, enquanto temos de público-alvo 49,8 milhões de pessoas. Portanto é importante reforçar que não há necessidade de pânico porque a vacina não vai acabar”, afirmou o secretário.
As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.
As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.
A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza. “Temos milhões de pessoas vacinadas, não só no Brasil, mas no mundo. Esta é uma vacina de vírus inativado, então não é possível ser infectado por um vírus do imunobiológico. O que pode ocorrer é a pessoa, coincidentemente, ser acometida por outro dos milhares de vírus em circulação, inclusive de resfriados”, explicou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues.
PÚBLICO-ALVO DA CAMPANHA DE 2016
ESTIMATIVA
| |
Idosos
|
20,8 milhões
|
Crianças (de seis meses a menores de 5 anos)
|
12,8 milhões
|
Trabalhadores de saúde
|
4,1 milhões
|
Gestantes
|
2,2 milhões
|
Puérperas (até 45 depois do parto)
|
366 mil
|
Povos indígenas
|
620 mil
|
População privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas
|
630 mil
|
Funcionários do sistema prisional
|
96,9 mil
|
FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE

























































